segunda-feira, 28 de junho de 2010

I really want to see the sun again... with you lying on my legs while I take care of you. Why I cant just say goodbye for all the things who make me sad?
Let me to the bar and lets be drunk, laughing for all the people who judge us.
We go to be happy for all the one, and make a different world for us...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

"I'm gonna love you
'Til the heaven stops the rain.
I'm gonna love you
'Til the stars fall from the sky
For you and I."
 
(Touch Me - The Doors)
 
1ano10meses10dias

quinta-feira, 17 de junho de 2010

deitada na grama úmida olhando as nuvens se moverem ao meu redor, sentindo o mundo girar enquanto eu permaneço imóvel. nunca gostei da sensação de olhar pra cima, de saber o quanto eu sou insignificante ou da ilusão de que os prédios vão cair em cima de mim, sempre me senti vulnerável o suficiente pra não querer saber que não tenho importância alguma pro mundo (e provavelmente nem vá ter), e agora eu simplesmente não consigo me mexer. é como se eu estivesse prestes a ser engolida pelas nuvens, pelo céu e eu não consigo gritar.
sinto uma coisa que já não sei descrever, só sei que é nostálgico e me faz sorrir, cada passo que eu dou em direção aos meus sonhos me dão uma sensação boa, como se eu estivesse pisando em farinha de trigo... pensamentos distantes, coração tranquilo. aparentemente qualquer coisa que me vem à mente me faz sorrir, me trazem lembranças que eu fico feliz de não ter me esquecido...

terça-feira, 15 de junho de 2010

nunca quero ter um final feliz.
delirantemente sonolenta, como se tivesse ingerido litros de álcool, sinto o nariz e a ponta dos dedos adormecidos, me deito na grama, coisa que, geralmente, me causa nervosismo. Enfim tudo encaixa no lugar, não há nada mais para me prender a respiração, nada para segurar meu pescoço, nada que eu tenha realmente que me preocupar. momentos confusos e ruins já não existem na minha memória, apaguei como se fossem lembranças da infância. flutuo. olho para baixo e vejo tudo que estou deixando pra trás, e olho ao meu lado para ver o que trago comigo, apenas desenhos, pele e coração, carregando consigo uma bola de lã preta, e é disso que preciso comigo para continuar a voar, já não me importo com as âncoras que eu achava que existiam, eu simplesmente as deixei pra trás. leve, como nunca me senti, com nenhuma culpa na alma, com nenhum peso na consciência, com o coração sereno e cheio com o que merece estar alí. enfim adormeço, enfim tenho paz. sorrisos brotam nos cantos dos meus lábios sem nenhuma razão aparente, acho que descobri o que é ser feliz...




terça-feira, 1 de junho de 2010

cada vez percebo que gosto absurdamente de distância. não que eu não sofra, sinta falta e o caralho, mas eu adoro o simples fato do drama e da insegurança, e não, eu não sou idiota de gostar de ser insegura! as pessoas autoconfiantes e felizes apenas nao tem nada pra sentir falta, nada pra querer perto, e eu tenho! adoro o frio na barriga de não ter certeza de onde as pessoas estão ou de quem está com elas, só porque eu posso fazer drama! desde criança eu adoro fazer da minha vida uma novela mexicana, com doses grandes de sofrimento seguidas de doses finitas de momentos absolutamente felizes. ninguém consegue ser feliz 24h por dia e eu não quero isso também, a melhor sensação da vida é o peso que as lágrimas tiram de dentro de você mesmo que não haja nenhum, mesmo que você não tenha motivos pra estar chorando!